Com perspectiva de maior oferta em 2023, café estende baixas em NY nesta 3ª feira
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O mercado futuro do café arábica abriu mais um pregão com desvalorização nesta terça-feira (8) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). A previsão de boas chuvas nas áreas cafeeiras no Brasil pressionam as cotações, já que levanta a expectativa de uma safra positiva para o Brasil no ano que vem.
O produtor brasileiro segue cauteloso e quase não participa do mercado. Por outro lado, a indústria, acreditando em novas baixas, também limita as negociações.
Por volta das 08h41 (horário de Brasília), março/23 tinha queda de 85 pontos, negociado por 164,05 cents/lbp, maio/23 tinha baixa de 85 pontos, valendo 164,05 cents/lbp, julho/23 tinha queda de 55 pontos, cotado por 163,35 cents/lbp e setembro/23 recuava 100 pontos, negociado por 161,85 cents/lbp.
Em Londres, o café tipo conilon também abriu no campo negativo. Janeiro/23 tinha queda de US$ 8 por tonelada, negociado por US$ 1843, março/23 tinha baixa de US$ 5 por tonelada, cotado por US$ 1828, maio/23 recuava US$ 6 por tonelada, valendo US$ 1814 e julho/23 tinha desvalorização de US$ 4 por tonelada, negociado por US$ 1809.
Mercado Interno
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 1,05% em Poços de Caldas/MG, negociado por R$ 940,00, Patrocínio/MG registrou queda de 2,13%, cotado por R$ 920,00, Araguarí/MG teve queda de 4,04%, valendo R$ 950,00 e Franca/SP teve baixa de 2,06%, valendo R$ 950,00.
O tipo cereja descascado teve baixa de 0,93%, valendo R$ 1.060,00, Patrocínio/MG teve baixa de 1,53%, valendo R$ 965,00 e Varginha/MG teve valorização de 4%, cotado por R$ 1.040,00.
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