Café tem segunda-feira tranquila depois de queda livre na semana passada
![]()
O mercado futuro do café arábica opera com poucas variações para os preços no pregão desta segunda-feira (24) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). As condições do tempo continuam sendo monitoradas pelo setor cafeeiro, fator que pressionou as cotações na última semana. Além disso, a preocupação com a recessão global impactando o consumo nos Estados Unidos e na Europa também seguem no radar.
Por volta das 12h47 (horário de Brasília), dezembro/22 tinha alta de 60 pontos, negociado por 191,40 cents/lbp, março/23 tinha queda de 20 pontos, cotado por 185,60 cents/lbp, maio/23 tinha queda de 10 pontos, negociado por 182,95 cents/lbp e julho/23 tinha queda de 25 pontos, valendo 181,35 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon voltou a operar com desvalorização. Janeiro/23 tinha queda de US$ 35 por tonelada, negociado por US$ 1961, março/23 tinha baixa de US$ 33 por tonelada, cotado por US$ 1947, maio/23 tinha baixa de US$ 31 por tonelada, negociado por US$ 1940 e julho/23 tinha baixa de US$ 23 por tonelada, cotado por US$ 1943.
No financeiro, o dólar disparou ante ao real nesta segunda-feira. Por volta das 12h52 (horário de Brasília), a moeda avançava 2,65% e era negociado por R$ 5,28 na venda.
"O dólar saltava 2% frente ao real nesta segunda-feira, com o aumento das tensões políticas no Brasil na reta final da corrida eleitoral presidencial exacerbando movimento de busca pela moeda norte-americana no exterior em meio a preocupações com a saúde econômica da China", destacou a agência de notícias Reuters.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais