Café abre abaixo de 210 cents/lbp e monitora financeiro, estoques e números do BR
![]()
O mercado futuro do café arábica abriu as negociações desta quinta-feira (13) com ajustes técnicos após um dia de queda expressiva e de grande aversão ao risco na sessão anterior.
Por volta das 07h48 (horário de Brasília), dezembro/22 tinha queda de 65 pontos, negociado por 209,10 cents/lbp, março/23 tinha alta de 60 pontos, cotado por 202 cents/lbp, maio/23 tinha alta de 110 pontos, negociado por 199,15 cents/lbp e julho/23 tinha queda de 45 pontos, cotado por 195,40 cents/lbp.
O mercado sente a pressão de um movimento mais agressivo de aversão ao risco, com baixas em todas as commodities agrícolas nesta quarta. Além disso, devolve parte das baixas da sessão anterior, quando subiu apoiado nos baixos estoques na ICE e, naturalmente, na preocupação com a oferta global.
Também no radar do mercado, o volume exportado pelo Brasil no mês de setembro chamou atenção. De acordo com dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o país embarcou 3,4 milhões de sacas no mês passado, já refletindo a entrada da safra 22 no mercado.
"Em termos de fundamentos, nada mudou. Mas há muitas variáveis agora no mercado", explica Eduardo Carvalhaes, citando, principalmente, aquelas ligadas ao macrocenário. Os temores de recessão global, os impactos sobre o consumo, a crise energética na Europa.
Com informações de Carla Mendes
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais