Depois de queda expressiva, arábica e conilon voltam a subir nesta 6ª feira
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O mercado futuro do café arábica abriu o pregão desta sexta-feira (7) com avanço para os preços na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O café recupera parte das baixas registradas no pregão anterior, pressionado pela previsão de chuva no Brasil. Ainda assim, a preocupação com a oferta global segue no radar.
"Como a crise climática é global, os problemas com a produção se repetem em outros importantes países produtores e restringem a oferta global de café. A produção vem diminuindo em grande parte dos países produtores de café", destacou a última análise do Escritório Carvalhaes.
Por volta das 09h01 (horário de Brasília), dezembro/22 tinha alta de 80 pontos, negociado por 218,50 cents/lbp, março/23 tinha alta de 65 pontos, cotado por 208,30 cents/lbp, maio/23 tinha alta de 75 pontos, valendo 204,05 cents/lbp e julho/23 tinha valorização de 70 pontos, cotado por 201,25 cents/lbp.
Em Londres, o café conilon também abriu com valorização. Novembro/22 tinha alta de US$ 9 por tonelada, valendo US$ 2149, janeiro/23 tinha alta de US$ 8 por tonelada, negociado por US$ 2147, março/23 tinha alta de US$ 10 por tonelada, negociado por US$ 2128 e maio/23 tinha alta de US$ 7 por tonelada, cotado por US$ 2112.
Mercado Interno - Última sessão
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 2,82% em Guaxupé/MG, negociado pro R$ 1.205,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 1,57%, valendo R$ 1.250,00, Machado/MG registrou queda de 2,17%, valendo R$ 1.350,00, Campos Gerais/NG teve desvalorização de 3,57%, cotado por R$ 1.215,00 e Franca/SP teve baixa de 3,85%, cotado por R$ 1.250,00.
O tipo cereja descascado teve queda de 1,52% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.294,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 1,46%, cotado por R$ 1.350,00 e Campos Gerais/MG registrou baixa de 3,41%, cotado por R$ 1.275,00.
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