Monitorando Brasil, arábica mantém poucas variações em Nova York nesta 5ª feira
![]()
O mercado futuro do café arábica continua operando apenas com quedas técnicas para os principais contratos no pregão desta quinta-feira (1) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O mercado do café continua tendo suporte nas preocupações com a oferta mais restrita do produto e na expectativa para o retorno das chuvas no parque cafeeiro no Brasil.
Por volta das 11h29 (horário de Brasília), dezembro/22 tinha queda de 60 pontos, valendo 234,70 cents/lbp, março/23 tinha baixa de 90 pontos, cotado por 227,70 cents/lbp, maio/23 tinha queda de 90 pontos, valendo 224,10 cents/lbp e julho/23 tinha baixa de 120 pontos, cotado por 220,70 cents/lbp.
Em Londres, o café tipo conilon também opera com desvalorização. Novembro/22 tinha queda de US$ 10 por tonelada, valendo US$ 2239, janeiro/23 tinha queda de US$ 11 por tonelada, cotado por US$ 2227, março/23 tinha baixa de US$ 13 por tonelada, valendo US$ 2201 e maio/23 tinha baixa de US$ 14 por tonelada, negociado por US$ 2193.
No financeiro, o dia está sendo mais tranquilo e o dólar opera com estabilidade. Neste mesmo horário, o dólar registrava alta de 0,17%, negociado por R$ 5,21.
"O dólar recobrou forças e subia na manhã desta quinta-feira, pegando carona num rali da moeda norte-americana no exterior que a levou a renovar máximas em duas décadas contra uma cesta de moedas, em dia de nova queda nas bolsas de valores globais e de escalada nas taxas dos títulos soberanos dos EUA", destacou a análise da agência de notícias Reuters.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais