Café volta a subir mais de 3% em Nova York e Londres diante da preocupação com oferta restrita
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Mantendo suporte na redução da oferta global do café, o mercado futuro voltou a subir mais de 3% no pregão desta quarta-feira (24) na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
As condições climáticas no Brasil continua no radar do mercado e deve continuar dando suporte aos preços até o início das chuvas. A safra no Brasil vai se consolidando com quebra acima do esperado e outras origens produtoras, como por exemplo a Colômbia, também enfrentam problemas climáticos e que afetam diretamente na produção de café.
Por volta das 12h11 (horário de Brasília), dezembro/22 tinha alta de 895 pontos, negociado por 237,20 cents/lbp, março/23 tinha valorização de 805 pontos, cotado por 230,45 cents/lbp, maio/23 tinha alta de 710 pontos, cotado por 226,50 cents/lbp e julho/23 tinha valorização de 615 pontos, negociado por 223,20 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também avançava mais de 3% neste horário. Novembro/22 tinha alta de US$ 76 por tonelada, negociado por US$ 2334, janeiro/23 tinha alta de US$ 75 por tonelada, cotado por US$ 2314, março/23 tinha alta de US$ 66 por tonelada, negociado por US$ 2276 e maio/23 tinha alta de US$ 49 por tonelada, cotado por UJS$ 2250.
"O mercado internacional vai aos poucos se conscientizando de quebra da safra brasileira de café 2022/2023 maior do que a projetada por agrônomos, produtores e cooperativas. A colheita se aproxima do final e os cafeicultores se deparam com números ainda menores do que estimavam no início dos trabalhos", destacou a última análise do Escritório Carvalhaes.
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