Café abre semana devolvendo ganhos, mas ainda mantém foco nos estoques e na safra brasileira
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O mercado futuro do café arábica iniciou a semana com desvalorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O mercado abre a semana devolvendo parte dos ganhos, mas ainda observa a queda nos estoques certificados na ICE, além das condições do tempo no Brasil, condições que deram suporte para os preços na ultima semana. Diante das incertezas climáticas e ainda focado na colheita, o produtor do Brasil pouco participa do mercado, fazendo novos negócios a medida que precisa de caixa.
Por volta das 09h09 (horário de Brasília), dezembro/22 tinha queda de 335 pontos, cotado por 219 cents/lbp, março/23 tinha baixa de 310 pontos, negociado por 214,45 cents/lbp e maio/23 tinha queda de 230 pontos, valendo 212,45 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também abriu do lado negativo da tabela. Novembro/22 tinha queda de US$ 15 por tonelada, negociado por US$ 2246, janeiro/23 tinha baixa de US$ 10 por tonelada, valendo US$ 2218, março/23 tinha baixa de US$ 4 por tonelada, cotado por US$ 2191.
Mercado Interno - Última sessão
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 1,54% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.320,00, Poços de Caldas/MG teve valorização de 0,75%, negociado por R$ 1.340,00, Machado/MG teve alta de 2,62%, cotado por R$ 1.370,00 e Franca/SP manteve a estabilidade por R$ 1.330,00
O tipo cereja descascado teve alta de 1,46% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.394,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 0,70%, cotado por R$ 1.430,00, Patrocínio/MG registrou queda de 0,36%, negociado por R$ 1.385,00, Varginha/MG manteve a estabilidade por R$ 1.400,00 e Campos Gerais/MG manteve por R$ 1.430,00.
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