Após dois dias de valorização, café abre com queda e novo ajustes nos preços em Nova York
![]()
O mercado futuro do café arábica abriu o pregão desta quarta-feira (20) com desvalorização técnica para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US), após mais uma sessão de alta na sessão anterior, que teve suporte na nova queda de estoques certificados que recuaram 6.935 sacas e estão agora em 727.222 sacas. Há um ano eram de 2.187.463 sacas, caindo neste período 1.460.241 sacas. O setor segue acompanhando a evolução da safra brasileira, mas a preocupação com a oferta do grão continua no radar, assim como os fatores externos econômicos, que podem voltar a pressionar as cotações.
Por volta das 08h05 (horário de Brasília), setembro/22 tinha queda de 150 pontos, negociado por 215 cents/lbp, dezembro/22 tinha baixa de 160 pontos, cotado por 210,75 cents/lbp, março/23 tinha baixa de 160 pontos, cotado por 206,60 cents/lbp e maio/22 tinha queda de 150 pontos, negociado por 204,20 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon abriu com estabilidade. Setembro/22 tinha queda de US$ 7 por tonelada, negociado por US$ 1991, novembro/22 tinha desvalorização de US$ 6 por tonelada, cotado por US$ 1988, janeiro/23 recuava US$ 7 por tonelada, negociado por US$ 1974 e março/23 tinha baixa de US$ 7 por tonelada, valendo US$ 1961.
0 comentário
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais
Cooperativa brasileira inova com inédita exportação de café especial naturalmente descafeinado ao Japão
Café cai forte nas bolsas com pressão da safra brasileira e movimento técnico
Café abre 5ª feira com Londres em alta e Nova Iorque pressionada pela chegada da safra brasileira
Exportações e produção de café da Colômbia caem em abril; chuvas atrapalham colheita