De olho nos estoques americanos e no dólar, café volta a cair no pregão desta 6ª feira em NY
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O mercado futuro do café arábica voltou a operar com desvalorização para os principais contratos no pregão desta sexta-feira (17) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). "Um fator negativo para os preços do café é um aumento na oferta de café dos EUA depois que a Green Coffee Association informou na quinta-feira que os estoques de café verde dos EUA em maio subiu recente", destacou a análise do site internacional Barchart.
A quantidade de café verde armazenado nos portos dos Estados Unidos, o maior consumidor mundial da bebida, subiu 97.125 sacas de 60 quilos no final de maio, ultrapassando 6 milhões de sacas
Por volta das 14h (horário de Brasília), setembro/22 tinha queda de 455 pontos, negociado por 227,25 cents/lbp, dezembro/22 tinha queda de 475 pontos, cotado por 226 cents/lbp, março/23 tinha desvalorização de 485 pontos, valendo 224,25 cents/lbp e maio/22 tinha queda de 470 pontos, negociado por 222,85 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também opera com desvalorização. Setembro/22 tinha queda de US$ 25 por tonelada, valendo US$ 2079, novembro/22 tinha baixa de US$ 23 por tonelada, cotado por US$ 2074, janeiro/23 tinha desvalorização de US$ 22 por tonelada, negociado por US$ 2059 e março/23 registrava baixa de US$ 22 por tonelada, cotado por US$ 2049.
Pesando também nos preços do café, por volta das 14h08 (horário de Brasília), o dólar registrava alta de 2,14% e era negociado por R$ 5,13 na venda. O dólar em alta pressiona as cotações nas bolsas. "O dólar tinha forte alta contra o real nesta sexta-feira, movimento atribuído por investidores a um ajuste à forte aversão a risco registrada na véspera nos mercados internacionais, quando os ativos brasileiros não tiveram negociações devido ao feriado de Corpus Christi", destaca a agência de notícias Reuters.
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