Café mantém instabilidade e volta a cair em Nova York e Londres nesta 4ª feira
O mercado futuro do café arábica abriu o pregão desta quarta-feira (15) com desvalorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Com as baixas desta manhã, o café perde parte do ganho registrado no último pregão. Fatores externos aos fundamentos, como câmbio, Covid-19 e logística podem voltar a movimentar as cotações.
Por volta das 09h (horário de Brasília), setembro/22 tinha queda de 285 pontos, negociado por 224,05 cents/lbp, dezembro/22 tinha baixa de 285 pontos, cotado por 223,50 cents/lbp, março/23 tinha queda de 235 pontos, valendo 222,75 cents/lbp e maio/23 tinha queda de 345 pontos, valendo 220,30 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também abriu o dia com desvalorização. Setembro/22 tinha queda de US$ 17 por tonelada, valendo US$ 2036, novembro/22 tinha queda de US$ 15 por tonelada, valendo US$ 2034, janeiro/23 tinha desvalorização de US$ 16 por tonelada, valendo US$ 2025 e março/23 tinha baixa de US$ 3 por tonelada, cotado por US$ 2035.
No Brasil, o setor cafeeiro segue acompanhando a evolução da colheita, e analistas afirmam que o cenário continuará sendo de bastante volatilidade até que se entenda o real tamanho da safra brasileira após vários impasses climáticos.
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