Café vai consolidando altas nesta 6ª feira na Bolsa de Nova York
![]()
O mercado futuro do café arábica segue operando com valorização para os principais contratos no pregão desta sexta-feira (1º) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Apesar do cenário de valorização, o produtor continua cauteloso e participa do mercado a medida que precisa fazer caixa. O setor também acompanha a reta final do desenvolvimento da safra brasileira.
Por volta das 11h56 (horário de Brasília), maio/22 tinha alta de 240 pontos, negociado por 228,80 cents/lbp, julho/22 tinha valorização de 265 pontos, cotado por 229,10 cents/lbp, setembro/22 tinha alta de 245 pontos, negociado por 228,15 cents/lbp e dezembro/22 tinha valorização de 245 pontos, cotado por 228,15 cents/lbp.
O cenário sem definição entre Rússia e Ucrânia acende alerta para os fertilizantes nas demais origens produtoras de café, que na teoria fariam as aplicações nos próximos meses. O problema pode reduzir ainda mais a oferta do grão no mercado global.
Além da preocupação com a oferta do grão, também por volta deste horário o dólar registrava queda de 1,32% e era negociado por R$ 4,70 na venda. "O dólar caía abaixo de 4,70 reais nesta sexta-feira, a caminho de nova desvalorização semanal frente ao real com a manutenção de fluxos para Brasil, enquanto investidores digeriam dados de emprego norte-americanos abaixo do esperado, embora ainda fortes", destaca a agência de notícias Reuters.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais