Café retoma negócios com desvalorização na Bolsa de Nova York
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O mercado futuro do café arábica retomou as negociações com desvalorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Na semana passada, as cotações encerraram as negociações com ajustes nos preços em um dia marcado pela realização de lucros no exterior.
Por volta das 09h56 (horário de Brasília), março/22 tinha queda de 205 pontos, negociado por 229,05 cents/lbp, maio/22 tinha baixa de 190 pontos, negociado por 229,20 cents/lbp, julho/22 recuava 205 pontos, valendo 228,35 cents/lbp e setembro/22 tinha queda de 315 pontos, valendo 226,30 cents/lbp.
"Como temos repetido semana após semana, em nossa opinião os fundamentos do mercado de café permanecem sólidos. A queda na produção mundial de café é séria e os entraves logísticos mundiais tornam o quadro ainda mais complicado. A irregularidade do clima assusta os operadores. Teremos quebra de produção nos três maiores produtores de café do mundo. Os demais produtores também enfrentam problemas com a crise climática global", destaca a análise do Escritório Carvalhaes.
Também neste horário, o dólar registrava avanço de 0,58% frente ao real e era negociado por R$ 5,70 na venda. O dólar em alta tende a pressionar os preços na Bolsa. "O dólar à vista ensaiava alta na manhã desta segunda-feira e chegou a superar 5,70 reais na máxima até o momento, numa segunda-feira que deverá ser marcada por volume ainda menor de negócios conforme o fim do ano se aproxima", destacou a agência de notícias Reuters.
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