Café: Conilon tem dia de ajustes nos preços e mercado físico poucas variações nesta 2ª

A semana começou com desvalorização para o mercado futuro de café tipo conilon na Bolsa de Londres.
Setembro/21 teve queda de US$ 20 por tonelada, valendo US$ 1687, novembro/21 tinha baixa de US$ 16 por tonelada, cotado a US$ 1683, janeiro/22 tinha baixa de US$ 11 por tonelada, valendo US$ 1680 e março/22 teve queda de US$ 9 por tonelada, negociado por US$ 1677.
De acordo com o analista de mercado, Fernando Maximiliano, da StoneX, o mercado realizou hoje ajustes nos preços após uma semana de valorização, com suporte nos problemas logísticos enfrentados pelo Vietnã - maior produtor de café tipo conilon do mundo.
"A falta de contêineres na Ásia limitou as exportações de robusta do Vietnã. O Escritório de Estatísticas Gerais do Vietnã informou na terça-feira que as exportações de café do Vietnã em junho caíram -13,8% e as exportações acumuladas de café de janeiro a junho caíram -12,3%", destacou a análise do site internacional Barchart.
Sem a referência da Bolsa de Nova York, o mercado físico no Brasil teve um dia de poucas variações nas principais praças de comercialização.
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 1,18% em Patrocínio/MG, negociado por R$ 840,00 e Franca/SP teve baixa de 0,58%, cotado a R$ 850,00. Guaxupé/MG manteve a estabilidade por R$ 852,00, Araguarí/MG por R$ 840,00 e Varginha/MG por R$ 852,00.
O tipo cereja descascado teve alta de 0,46% em Poços de Caldas/MG, cotado a R$ 874,00, Patrocínio/MG teve baixa de 1,14%, valendo R$ 870,00. Guaxupé/MG manteve a estabilidade por R$ 890,00, Varginha/MG por R$F 915,00 e Campos Gerais/MG por R$ 909,00.
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