Café: Com previsão de chuvas em MG, mercado futuro registra leves baixas

O mercado futuro do café arábica passou a operar com variações técnicas para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 13h12 (horário de Brasília), julho/21 tinha queda de 55 pontos, negociado por 150,40 cents/lbp, setembro/21 tinha baixa de 55 pontos, valendo 152,40 cents/lbp, dezembro/21 tinha baixa de 45 pontos, valendo 155,10 cents/lbp e março/22 também tinha queda de 45 pontos, valendo 158,25 cents/lbp.
Em Londres, o café conilon também registrava quedas técnicas. Julho/21 tinha queda de US$ 9 por tonelada, valendo US$ 1481, setembro/21 tinha queda de US$ 10 por tonelada, negociado por US$ 1505, novembro/21 registrava baixa de US$ 9 por tonelada, valendo US$ 1522 e janeiro/22 tinha baixa de US$ 13 por tonelada, valendo US$ 1530.
De acordo com análise do site internacional Barchart, os preços do café estão caindo devido à perspectiva de chuva nas áreas de cafeicultura do Brasil. "A Somar Meteorologia previu na quinta-feira 20 mm de chuva nas áreas de cultivo de café do Brasil a partir de sábado, com níveis de precipitação de 20 a 40 mm em Minas Gerais até 2 de junho", destacou a publicação.
Mesmo com as previsões de chuvas, produtores afirmam que a condição do parque cafeeiro segue crítica, considerando que os níveis de água no solo continuam abaixo do ideal. As chuvas neste momento aliviam a condição de seca, mas não resolvem os problemas na safra a ser colhida.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais