Café: Arábica e Londres seguem operando com altas técnicas nesta 3ª feira

O mercado futuro do café arábica segue operando com altas para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 11h43 (horário de Brasília), julho/21 tinha alta de 180 pontos, negociado por 149,80 cents/lbp, setembro/21 tinha valorização de 175 pontos, negociado por 151,75 cents/lbp, dezembro/21 tinha alta de 170 pontos, valendo 154,15 cents/lbp e março/22 tinha alta de 170 pontos, negociado por 156,25 cents/lbp.
Em Londres, o café tipo conilon opera com leves altas. Julho/21 tinha alta de US$ 5 por tonelada, valendo US$ 1524, setembro/21 tinha alta de US$ 5 por tonelada, negociado por US$ 1547, novembro/21 subia US$ 6 por tonelada, valendo US$ 1564 e janeiro/22 tinha alta de US$ 7 por tonelada, valendo US$ 1578.
Os contratos voltam a subir após uma sessão de realização de lucros e baixas na última sessão. De acordo com analistas, a tendência ainda é de preços firmes para o café, considerando a quebra de safra brasileira e também problemas logísticos na Colômbia.
Mercado Interno
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 2,97% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 817,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 1,24%, valendo R$ 795,00, Varginha/MG teve recuo de 4,67%, valendo R$ 817,00 e Franca/SP teve queda de 1,78%, negociado por R$ 830,00.
O tipo cereja descascado teve queda de 2,82% em Guaxupé/MG, valendo R$ 860,00, Poços de Caldas/MG teve baixa de 1,18%, estabelecendo os preços por R$ 840,00, Varginha/MG teve queda de 4,44%, negociado por R$ 860,00 e Campos Gerais/MG teve baixa de 2,22%, estabelecendo a negociação por R$ 882,00.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais