Após atingir 300 pontos de altas, Nova York e Londres recuam e voltar a operar com leves altas

Depois de atingir o pico de alta acima dos 300 pontos na Bolsa de Nova York (ICE Future US), os contratos voltaram a operar com leves altas para os principais contratos nesta sexta-feira (23).
Por volta das 11h45, julho/21 tinha valorização de 50 pontos, negociado por 136,65 cents/lbp, setembro/21 tinha alta de 60 pontos, valendo 138,65 cents/lbp, dezembro/21 tinha alta de 45 pontos, valendo 140,90 cents/lbp e março/22 tinha alta de 90 pontos, valendo 143,30 cents/lbp.
Para o analista de mercado Eduardo Carvalhaes, a volatilidade e as altas dessa sessão ainda estão dentro do esperado pelo mercado. Já as últimas análises do site internacional Barchart indicaram que os preços do café ainda têm suporte nos baixos volumes de chuvas nas principais áreas produtoras do país.
Apesar do retorno da umidade no final do ano passado, especialistas apontam que o volume de água segue abaixo do ideal desde então. Além disso, analistas afirmam que a partir de agora o mercado se torna ainda mais climático, considerando a aproximação das baixas temperaturas nas lavouras brasileiras.
Em Londres, o mercado de conilon também passou a operar apenas com valorização técnica. Julho/21 tinha alta de US$ 6 por tonelada, valendo US$ 1414, setembro/21 tinha alta de US$ 10 por tonelada, valendo US$ 1434, novembro/21 tinha alta de US$ 10 por tonelada, valendo US$ 1451 e janeiro/22 registrava alta de US$ 10 por tonelada, valendo US$ 1465.
0 comentário
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais
Cooperativa brasileira inova com inédita exportação de café especial naturalmente descafeinado ao Japão
Café cai forte nas bolsas com pressão da safra brasileira e movimento técnico
Café abre 5ª feira com Londres em alta e Nova Iorque pressionada pela chegada da safra brasileira
Exportações e produção de café da Colômbia caem em abril; chuvas atrapalham colheita