Café: Preocupação com safra do Brasil dá suporte e arábica segue operando com valorização

O mercado futuro do café arábica segue operando com valorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Os preços do café ainda têm suporte na oferta mais restrita do Brasil, além do mercado estar atento às condições climáticas já para 2022. Analistas apontam que mesmo após o retorno da chuva, o volume segue abaixo do esperado, podendo gerar novos impactos para a produção brasileira.
Por volta das 13h01 (horário de Brasília), maio/21 tinha alta de 250 pontos, negociado por 132,35 cents/lbp, julho/21 registrava valorização de 245 pontos, valendo 134,35 cents/lbp, setembro/21 tinha alta de 250 pontos, valendo 136,30 cents/lbp e dezembro/21 também registrava valorização de 250 pontos, valendo 138,75 cents/lbp.
Em Londres, o café conilon também passou a operar com valorização mais expressiva.
Maio/21 tinha alta de US$ 14 por tonelada, valendo US$ 1371, julho/21 também registrava valorização de US$ 14 por tonelada, valendo US$ 1399, setembro/21 tinha alta de US$ 14 por tonelada, valendo US$ 1416 e novembro/21 tinha valorização de US$ 13 por tonelada, valendo US$ 1432.
Mercado Interno - Última sessão
No Brasil, o dia foi de estabilidade nas principais praças produtoras do país. O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 0,66% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 763,00, Poços de Caldas/MG registrou valorização de 0,69%, valendo R$ 725,00, Varginha/MG teve baixa de 0,26%, valendo R$ 768,00.
O tipo cereja descascado teve alta de 0,63% em Guaxupé/MG, valendo R$ 805,00, Poços de Caldas/MG registrou valorização de 0,65%, negociado por R$ 770,00 e Varginha/MG teve queda de 1,25%, vaçemdo R$ 790,00.
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