Café: Nova York opera com baixas de 200 pontos nesta 6ª feira

O mercado futuro do café arábica, que abriu o dia com poucas variações, passou a operar com queda para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 13h37 (horário de Brasília), março/21 tinha queda de 240 pontos, valendo 124,20 cents/lbp, maio/21 tinha queda de 240 pontos, valendo 126,05 cents/lbp.
O mercado volta a cair após uma sessão de estabilidade no exterior. A Conab divulgou no último pregão que o Brasil teve safra recorde em 2020, com 63 milhões de sacas.
Por volta deste horário, o dólar registrava valorização de 0,48% e era cotado por R$ 5,10 na venda. O dólar em alta tende a dar suporte de baixa para os preços na Bolsa. As perdas devolvem parte dos ganhos registrados no início desta semana, quando o Rabobank divulgou estimativa de quebra de 15% na produção de arábica do ano que vem, consequência da severa estiagem.
De acordo com Eduardo Carvalhaes, as negociações seguem lentas em um momento que o mercado aguarda para saber o tamanho do impacto da seca na safra de 2021 no Brasil. "Os compradores encontram poucos vendedores interessados em vender nas bases de preço atuais. As ideias de preços dos cafeicultores continuaram bem acima dos preços oferecidos no mercado. O mercado físico esta entrando em ritmo de final de ano", destacou em sua última análise.
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais