Café: Nova York e Londres mantém movimentos técnicos para os principais contratos nesta 2ª feira

O mercado futuro do café arábica segue operando com variações técnicas para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 13h30 (horário de Brasília), março/21 tinha alta de 115 pontos, valendo 118,70 cents/lbp, maio/21 subia 115 pontos, negociado por 120,50 cents/lbp, julho/21 registrava alta de 130 pontos, negociado por 122,30 cents/lbp e setembro/21 tinha valorização de 115 pontos, negociado por 123,60 cents/lbp.
O mercado volta a registrar variações técnicas após encerrar a última semana com desvalorização motivada pela previsões de chuvas no Brasil e também pela pandemia do Coronavírus. Uma segunda onda de contaminação em importantes consumidores, como Europa e Estados Unidos, volta a levantar incertezas sobre o consumo de cafe.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também opera com movimentos técnicos, porém com baixas para os principais contratos. Janeiro/21 tinha queda de US$ 14 por tonelada, valendo US$ 1323, março/21 registrava baixa de US$ 8 por tonelada, valendo US$ 1346, maio/21 tinha baixa de US$ 8 por tonelada, valendo US$ 1359 e julho/21 registrava desvalorização de US$ 6 por tonelada, valendo US$ 1378.
As previsões mais recentes do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indicam que os próximos dias serão de chuvas expressivas para Minas Gerais. As condições do tempo no Brasil chamam atenção do mercado, já que a maior região produtora do país enfrenta desde março o déficit hídrico mais severo dos últimos anos, além das temperaturas castigarem o cafezal.
>>> Inmet: Semana começa com retorno de chuvas mais expressivas no Brasil Central
0 comentário
Café fecha semana com altas no arábica e baixas no robusta; clima no Brasil segue no radar do mercado
Foco na sustentabilidade: Produção de café na Bahia movimenta a econômia de diversas regiões
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais