Café: Chuvas e Covid-19 voltam a pressionar e semana termina com baixas em NY, Londres e BR

De acordo com análise do site internacional Barchart, o mercado voltou a ser pressionado pelas previsões de chuvas no Brasil. "As previsões de chuva no Brasil aliviaram as preocupações com as condições de seca e foram baixistas para os preços do café. A Somar Meteorologia previu na terça-feira uma perspectiva mais úmida para as regiões cafeeiras do Brasil nos próximos dez dias", destacou a análise internacional.
No Brasil, a sexta-feira (4) foi marcada por quedas técnicas em algumas praças produtoras do país.
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 0,34% em Poços de Caldas/MG, valendo R$ 593,00, Franca/SP teve baixa de 3,23%, valendo R$ 600,00 e Campos Gerais/MG encerrou com baixa de 0,83%, negociado por R$ 599,00. Guaxupé/MG manteve a estabilidade por R$ 607,00, Patrocínio/MG manteve a negociação por R$ 595,00, Araguarí/MG manteve o valor de R$ 620,00 e Varginha/MG manteve a negociação por R$ 620,00.
O tipo cereja descascado teve queda de 0,31% em Poços de Caldas/MG, estabelecendo os preços por R$ 653,00 e Campos Gerais/MG teve queda de 0,75%, valendo R$ 659,00. Guaxupé/MG manteve o valor de R$ 650,00 e Patrocínio/MG manteve a negociação por R$ 645,00.
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