Café abre semana com leves altas no mercado futuro e de olho na movimentação do dólar

O mercado futuro do café arábica iniciou o primeiro pregão da semana com leves altas na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 08h51 (horário de Brasília), dezembro/20 tinha alta de 55 pontos, valendo 107,50 cents/lbp, março/21 tinha alta de 70 pontos, negociado por 110,15 cents/lbp, maio/21 tinha alta de 60 pontos, negociado por 111,80 cents/lbp e julho/21 registrava valorização de 60 pontos, sendo negociado por 113,50 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também opera com valorização técnica para as principais referências. Janeiro/21 tinha alta de US$ 7 por tonelada, valendo US$ 1357, março/21 tinha alta de US$ 8 por tonelada, valendo US$ 1371, maio/21 tinha alta de US$ 10 por tonelada, negociado por US$ 1386 e julho/21 também tinha valorização de US$ 10 por tonelada, valendo US$ 1402.
Também por volta deste horário, o dólar registrava queda de 2,74% e era cotado por R$ 5,39 na venda, o que dá suporte de alta na Bolsa e ajudou a sustentar os preços na semana passada.
Além disso, as condições das lavouras no Brasil seguem no radar do mercado. "A degradação dos cafezais brasileiros com a prolongada seca e as primeiras projeções sobre nossa safra de arábica em 2021 também preocupam os operadores", voltou a destacar Eduardo Carvalhaes.
Apesar de chuvas registradas nas áreas de produções nas últimas semanas, as chuvas não recuperam os danos já gerados pelas altas temperaturas e falta de chuva em Minas Gerais e na Alta Mogiana/SP. O retorno das chuvas agora apenas paralisam o processo de perda. É importante destacar que a safra 21 naturalmente de ciclo baixa para o Brasil, após uma colheita volumosa neste ano.
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