Café: Nova York e Londres seguem registrando quedas técnicas nesta quarta-feira

O mercado futuro do café arábica segue operando com poucas variações para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 12h44 (horário de Brasília), dezembro/20 tinha queda de 65 pontos, valendo 102,80 cents/lbp, março/21 tinha baixa de 60 pontos, negociado por 105,45 cents/lbp, maio/21 tinha baixa de 70 pontos, valendo 107,10 cents/lbp e julho/21 registrava desvalorização de 75 pontos, negociado por 108,75 cents/lbp.
O café tipo conilon também opera com baixas para os principais contratos na Bolsa de Londres. Janeiro/21 tinha queda de US$ 15 por tonelada, valendo US$ 1312, março/21 tinha baixa de US$ 14 por tonelada, negociado por US$ 1326, maio/21 tinha baixa de US$ 13 por tonelada, valendo US$ 1340 en julho/21 registrava queda de US$ 16 por tonelada, negociado por US$ 1354.
Segundo o analista de mercado Eduardo Carvalhaes, o mercado continua agindo com cautela, em compasso de espera, enquanto aguarda para saber o real impacto da estiagem nas principais regiões produtoras do Brasil. "Ninguém consegue enxergar com clareza a extensão dos estragos desta longa seca na produção brasileira de café em 2021(com reflexos também na safra 2022)", afirmou o analista na última análise.
Além da falta de chuva no Brasil, o setor cafeeiro também acompanha os reflexos para o mercado do café com a segunda onda de contaminação da Covid-19 na Europa e nos Estados Unidos. "Sem conseguirem enxergar o médio e longo prazo, os operadores só se interessam pelo curto prazo, pelo dia a dia das operações", comentou Carvalhaes.
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