Café: Semana começa com poucas variações, previsão de chuva em MG e de olho na Covid-19

A semana começou com poucas variações para o mercado futuro do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Future US). As cotações realizam valorização técnicas após encerrar a última semana com os preços pressionados por uma segunda onda de contaminação da Covid-19 na Europa.
Por volta das 09h03 (horário de Brasília), dezembro/20 tinha valorização de 95 pontos, valendo 108,20 cents/lbp, março/21 tinha alta de 110 pontos, negociado por 111,10 cents/lbp, maio/21 registrava alta de 85 pontos, negociado por 112,25 cents/lbp e julho/21 registrava alta de 90 pontos, sendo negociado por 113,60 cents/lbp.
"O café arábica estava sob pressão na sexta-feira devido à preocupação de que as novas medidas de bloqueio impostas em algumas das maiores cidades da Europa reduziriam o consumo e a demanda de café", destacou o site internacional Barchart na última análise.
Além da pandemia, as condições do tempo nas lavouras brasileiras também movimentam o mercado. A principal área de produção de café, Minas Gerais, vem enfrentando o déficit hídrico mais severo dos últimos anos. Na semana passada, voltou a chover de maneira gradual no sul mineiro, mas ainda de forma muito irregular. Segundo as previsões mais recentes do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), são previstas chuvas para Minas Gerais durante esta semana.
O café tipo conilon também abriu a segunda-feira (19) com variações técnicas para as principais referências. Novembro/20 tinha alta de US$ 3 por tonelada, valendo US$ 1276, janeiro/21 registrava alta de US$ 4 por tonelada, valendo 1301, março/21 subia US$ 3 por tonelada, valendo 1309 e maio/21 tinha alta de US$ 3 por tonelada, valendo US$ 1323.
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