Café: NY opera com altas técnicas e Londres segue trabalhando com estabilidade nesta 3ª

Depois de iniciar o dia com poucas variações, o mercado futuro do café arábica passou a operar com valorização técnica para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Mercado segue observando as condições do tempo no Brasil, que enfrenta o maior déficit hídrico dos últimos anos e que deve impactar a safra 2021.
"As áreas de cultivo de café de Minas Gerais enfrentaram temperaturas acima da média e uma falta de chuvas significativas nos últimos cinco meses, o que esgotou os níveis de umidade do solo e os recursos hídricos para irrigação", voltou a destacar o site internacional Barchart em sua última análise.
Por volta das 11h56 (horário de Brasília), dezembro/20 tinha alta de 100 pontos, valendo 110,15 cents/lbp, março/21 teve alta de 115 pontos, negociado por 112,65 cents/lbp, maio/21 tinha valorização de 115 pontos, negociado por 114,10 cents/lbp e julho/21 registrava alta de 110 pontos, valendo 115,50 cents/lbp.
Já na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também opera com movimentos técnicas, porém com baixas. Novembro/20 tinha queda de US$ 7 por tonelada, valendo US$ 1226, janeiro/21 tinha queda de US$ 3 por tonelada, valendo US$ 1252, março/21 tinha baixa de US$ 6 por tonelada, negociado por US$ 1265 e maio/21 tinha baixa de 1 US$ por tonelada, valendo US$ 1286.
O Cecafé divulgou nesta terça-feira (13) que o Brasil bateu recorde de exportação para um mês, com 3,8 milhões de sacas de 60 quilos embarcadas em setembro, considerando a soma de café verde, solúvel e torrado & moído. O volume representa a maior quantidade de café brasileiro exportado para o mês e um aumento de 8,6% em relação a setembro de 2019.
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