Café volta a subir nesta 5ª feira: Mercado de olho no calor intenso e falta de chuva no sul de MG

O mercado futuro do café arábica passou a operar com valorização para os principais contratos no pregão desta quinta-feira (10) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). As altas devolvem a volatilidade ao mercado, que encerrou as cotações do último pregão com baixas no exterior e no mercado físico.
Por volta das 12h21 (horário de Brasília), dezembro/20 tinha alta de 305 pontos, valendo 131,90 cents/lbp, março/21 registrava alta de 320 pontos, valendo 132,85 cents/lbp, março/21 registrava alta de 325 pontos, negociado por 133,70 cents/lbp e julho/21 tinha alta de 320 pontos, negociado por 134,50 cents/lbp.
A última análise do site internacional Barchart, destacou que as condições do clima no Brasil podem dar suporte de alta para os preços em Nova York. "A Somar Meteorologia disse na terça-feira que a maioria das regiões produtoras de café no Brasil não receberia chuvas significativas até 25 de setembro. Os níveis de umidade do solo em Minas Gerais estão atualmente apenas de 20% a 30%, abaixo do nível ideal de 60% para o desenvolvimento da cultura", comenta.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu na tarde da quarta-feira (9) um alerta de onda de calor para o sul de Minas Gerais, válido até o próximo domingo, dia 13. De acordo com o alerta laranja, as temperaturas devem ficar entre 3 e 5 graus acima da média.
0 comentário
Café vira para alta em NY no meio do pregão, mas robusta perde força com safra brasileira no radar
Café reage nas bolsas nesta 6ª feira, com mercado atento ao clima e à safra brasileira
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais
Cooperativa brasileira inova com inédita exportação de café especial naturalmente descafeinado ao Japão
Café cai forte nas bolsas com pressão da safra brasileira e movimento técnico