2ª Feira Digital Coccamig deve impulsionar mais de 100 milhões em comercialização de insumos
A Cooperativa Central de Cafeicultores e Pecuaristas de Minas Gerais (Coccamig) realizará entre os dias 31 de agosto a 04 de setembro a 2ª edição da Feira Digital Coccamig. O formato 100% em plataforma digital surge como opção comercial para empresas e cooperativas do setor agro, em meio ao cenário de pandemia, o que fez com que feiras e exposições fossem suspensas ou canceladas em 2020.
Na primeira edição do evento, realizada em junho, foram movimentados mais de R$ 100 milhões em vendas de adubos e defensivos agrícolas. O presidente da Coccamig, Marco Valério Araújo Brito, explica que o formato online deu tão certo que a expectativa para a 2ª Feira Digital é ainda mais promissora.
“Diante do cenário de pandemia foi preciso reformular a nossa feira de negócios e obtivemos grande sucesso com a primeira edição em formato digital. Tivemos o apoio dos nossos parceiros e a compreensão dos cooperados das 15 cooperativas que são filiadas à central. Agora, sabemos que todos estão mais adaptados ao novo formato e acreditamos que essa segunda edição alcance valores ainda mais expressivos de vendas e negociações.”, confirma.
Como deu certo, a proposta do projeto segue a mesma linha. Quando o produtor rural se interessar pelo serviço ou produto ofertado, ele receberá atendimento instantâneo dos vendedores e expositores inscritos na feira. Esse atendimento poderá ser feito pela plataforma através de ferramentas como WhatsApp.
“A outra alternativa para os produtores é a negociação de forma presencial em cada uma das 15 cooperativas filiadas à central.”, afirma o presidente da Coccamig.
Como já foi mencionado, ao todo, 15 cooperativas de três importantes regiões agrícolas do Estado (Sul de Minas, Cerrado Mineiro e Matas de Minas) são filiadas à Coccamig. Juntas, por ano, representam a captação de cerca de 160 milhões de litros de leite, a produção de 150 mil toneladas de ração e a comercialização de mais de 5 milhões de sacas de café, o que estimula o giro de R$ 1,45 bilhão em insumos, e um faturamento médio anual de R$ 5 bilhões.
Números que mostram que a união no setor agro torna o segmento cada vez mais potente e possibilita investimentos em inovação, aumento da produtividade e potencialização dos negócios. Resultado de uma intercooperação bem feita que mostra que, unidas à central, as cooperativas filiadas conseguem repassar preços mais justos de insumos, defensivos agrícolas e suprimentos tecnológicos, aos seus cooperados.
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