Café: Pandemia e clima pressionam os preços nesta 2ª feira em Nova York

A pandemia do Coronavírus voltou a pressionar os preços do café neste início de semana. No início da tarde desta segunda-feira (20), os principais contratos registravam quedas acima de 200 pontos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 13h09 (horário de Brasília), setembro/20 tinha quebra de 285 pontos, valndo 99,35 cents/lbp, dezembro/20 tinha baixa de 270 pontos, valendo 102,10 cents/lbp, março/21 registrava queda de 265 pontos, valendo 104,20 cents/lbp e maio/21 tinha baixa de 260 pontos, negociado por 105,35 cents/lbp.
"Os preços do café nesta manhã estão mais fracos com a preocupação de que o aumento das infecções por Covid nos EUA reduza a demanda de café, já que os estados podem ser forçados a reimpor medidas de bloqueio que mantêm os consumidores afastados dos restaurantes na tentativa de conter o aumento de infecções", destacou o site internacional Barchart em sua análise diária.
As condições do clima na principal região produtora do país, sul de Minas Gerais, também ajudam a pressionar os preços em Nova York. Segundo as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para os próximos dias indicam tempo seco e com temperaturas amenas nas principais áreas produtoras do sul de Minas Gerais. As condições favorecem a colheita.
Mercado físico - Última sessão
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 2,96% em Guaxupé/MG, sendo negociado por R$ 522,00. Patrocínio/MG registrou valorização de 3%, negociado por R$ 515,00. Em Varginha/MG a alta foi de 6,80%, com preços estabelecidos por R$ 550,00. Franca/SP teve alta de 4,95%, valendo R$ 530,00.
O tipo cereja descascada teve alta de 2,62% em Guaxupé/MG, estabelecendo os preços por R$ 587,00. Patrocínio/MG registrou alta de 2,73%, negociado por R$ 565,00 e Varginha/MG registrou alta de 2,52%, sendo negociado por R$ 610,00. Poços de Caldas/MG manteve a estabilidade por R$ 602,00.
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