Café: Nova York segue com variações técnicas e dólar pode dar suporte às exportações

Os contratos futuros do café arábica operam sem grandes variações na Bolsa de Nova York (ICE Future US). A terça-feira (19) se mantém com variações altas, mas técnicas e vai desenhando um dia de estabilidade para o setor. O mercado anda de lado, desde a última sessão, aguardando por novidades do clima, a entrada da nova safra e acompanhando a oferta e demanda do café.
Às 12h10 (horário de Brasília), julho/20 tinha alta de 45 pontos, valendo 108,30 cents/lbp, setembro/20 subia 55 pontos, negociados por 109,55 cents/lbp, dezembro/20 tinha valorização de 50 pontos, valendo 111,35 cents/lbp e março/21 tinha valorização de 60 pontos, valendo 113,25 cents/lbp.
Por volta de 12h13, o dólar registrava alta de 0,66% e era cotado por R$ 5,76 na venda. O dólar mais alto tende a encorajar as exportações do café brasileiro. Apesar da pandemia, os embarques do Brasil continuaram registrando bons números nos últimos meses. A expectativa do setor agora é com a entrada da nova, já sendo colhida no Brasil, tendo em vista que os estoques nas principais regiões produtoras do país estão com os estoques vazios.
0 comentário
Café derrete em Nova York com pressão da safra brasileira e julho perde mais de 1.000 pontos
Mercado do café enfrenta disputa entre avanço da Safra brasileira e pressão nas bolsas internacionais
Cooperativa brasileira inova com inédita exportação de café especial naturalmente descafeinado ao Japão
Café cai forte nas bolsas com pressão da safra brasileira e movimento técnico
Café abre 5ª feira com Londres em alta e Nova Iorque pressionada pela chegada da safra brasileira
Exportações e produção de café da Colômbia caem em abril; chuvas atrapalham colheita