Cooxupé: expectativas sobre a safra 2020 e os mercados crescentes foram assuntos apresentados no segundo dia de FEMAGRI
Em coletiva de imprensa realizada na 19ª FEMAGRI - Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas, a diretoria da Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé) falou sobre a previsão de safra para 2020.
Considerando a bienalidade alta, a cooperativa estima que o recebimento deve ser de 6,8 milhões de sacas, entre cooperados e terceiros. Sobre os embarques, a expectativa é de 5,9 milhões de sacas, das quais 5,036 mi devem ser para exportação.
"É uma safra boa, porém não acreditamos que será maior que a de 2018. Posso adiantar que 40% dessa safra já está vendida por meio de contratos futuros", disse o presidente da Cooxupé, Carlos Augusto Rodrigues de Melo.
Sobre os mercados alcançados pelo café Cooxupé, Carlos Augusto destacou os países asiáticos e o Oriente Médio. "Os países árabes foram uma grata surpresa para nós, com crescimento de demanda naquela região", destacou Carlos Augusto.
Tecnologia
Em relação a qualificação necessária para o emprego das novas tecnologias nas lavouras de café, a diretoria da Cooxupé destacou a necessidade dos produtores de café se aprimorarem para aumentar produtividade e consequentemente a renda. "É um cenário que não retrocede. A tecnologia está cada vez mais presente na realidade do cafeicultor e é preciso se qualificar para otimizar os recursos disponíveis", disse o vice-presidente Osvaldo Bachião Filho.
0 comentário
Café robusta fecha em queda em Londres; feriado nos EUA mantém mercado do arábica sem negociações
Safra de café do Brasil 2026/27 chega a 52%, contra 60% no ano passado, aponta Safras & Mercado
Mercado do café opera apenas com o robusta nesta sexta-feira; Bolsa de Nova York está fechada pelo feriado da Independência dos EUA
Após sequência de altas, café arábica recua em Nova York e robusta encerra sessão em alta
"Sem café eu nem existo": o que a ciência explica sobre essa necessidade diária
Café abre quinta-feira com comportamento misto nas bolsas, enquanto mercado acompanha ritmo da colheita no Brasil