Contratos futuros do café arábica voltam a registrar altas de mais de 100 pontos

Após iniciar a sessão desta quinta-feira (13) com movimentações técnicas, os principais contratos do mercado futuro do arábica voltaram a subir no meio da manhã.
Às 12h08 (horário de Brasília), março/20 registrava alta de 150 pontos, cotado a 102,15 cents/lbp, maio/20 subia 160 pontos, valendo 104,40 cents/lbp, julho/20 tinha valorização de 160 pontos, cotado a 106,45 cents/lbp e setembro/20 subia 155 pontos, sendo negociado por 108,45 cents/lbp.
Os negócios em Nova York andam próximo da estabilidade desde a última semana, após quedas expressivas no último dia 10 e setor aguarda por notícias, além de considerar as variações como movimentação de recuperação. Na quarta-feira (12), Carlos Augusto Rodrigues de Melo, presidente da Cooxupé destacou que a safra 2020/21 não deverá ser uma safra recorde e afirmou ainda que quando o mercado perceber que a safra poderá não ser tão alta como vem sendo estimada, os preços podem voltar a subir em Nova York, gerando também um maior número de negócios no mercado físico brasileiro.
No Brasil, o mercado físico brasileiro acompanhou o exterior e registrou poucas variações na última sessão.
O tipo 6 duro registrou alta de 1,05% em Guaxupé/MG, valendo R$ 480,00. Poços de Caldas/MG registrou valorização de 0,65%, valendo R$ 467,00. Araguarí/MG registrou alta de 2,13%, cotado a R$ 480,00. Franca/SP teve alta de 2,13%, precificado por R$ 480,00. Patrocínio/MG manteve a estabilidade por R$ 470,00, assim como Varginha/MG que manteve a estabilidade por R$ 485,00.
O tipo cereja descascado registrou alta de 0,98% em Guaxupé/MG, cotado a R$ 515,00. Poços de Caldas/MG registrou valorização por R$ 533,00. Espírito Santo do Pinhal/SP teve alta de 1,96%, valendo R$b 520,00. Patrocínio/MG manteve a estabilidade por R$ 520,00, assim como Varginha/MG manteve o valor de R$ 520,00.
O tipo 4/5 subiu 0,63% em Poços de Caldas/MG, estabelecendo os valores por R$ 477,00. Franca/SP teve alta de 2,08%, cotado a R$ 490,00. Vaginha/MG manteve a estabilidade por R$ 490,00.
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