Faesc alerta pecuaristas sobre os resultados parciais de levantamento de preços dos leilões de touros divulgados pelo GMG da Udesc
A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) chama a atenção dos pecuaristas para que confiram o segundo resultado parcial do levantamento de preços dos leilões de touros promovidos em 2025 no estado. A apuração é realizada pelo Grupo de Melhoramento Genético (GMG) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), em uma iniciativa que tem o apoio do Sistema Faesc/Senar, parceiro tradicional nos eventos agropecuários catarinenses.
Conforme o professor Diego Cucco, responsável pelo GMG/Udesc, o grupo segue acompanhando de perto os leilões de touros e divulgará novas atualizações ao longo do ano, oferecendo ao setor informações atualizadas e estratégicas para a tomada de decisão.
Nesta edição, uma nova raça passou a integrar os relatórios por atingir os critérios de divulgação. Em geral, as raças permanecem estáveis ou com elevação nos valores médios, havendo apenas uma com leve regressão. Os dados parciais apontam os seguintes resultados:
- Angus: 4 leilões – valor médio por touro de R$ 17.341,71 – coeficiente de variação de 13,18%;
- Braford: 8 leilões – valor médio de R$ 18.150,14 – coeficiente de variação de 9,49%;
- Brahman: 4 leilões – valor médio de R$ 17.166,64 – coeficiente de variação de 5,64%;
- Brangus: 11 leilões – valor médio de R$ 20.292,81 – coeficiente de variação de 16,85%;
- Charolês: 7 leilões – valor médio de R$ 15.246,09 – coeficiente de variação de 16,93%;
- Devon: 3 leilões – valor médio de R$ 16.650,00 – coeficiente de variação de 9,88%;
- Hereford: 7 leilões – valor médio de R$ 16.146,40 – coeficiente de variação de 14,73%;
- Nelore: 4 leilões – valor médio de R$ 17.890,06 – coeficiente de variação de 22,89%;
- Simental: 4 leilões – valor médio de R$ 16.616,67 – coeficiente de variação de 17,49%.
FORTALECIMENTO DA PECUÁRIA CATARINENSE
Para o presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, o levantamento do GMG/Udesc representa uma ferramenta estratégica para os produtores rurais, pois contribui com informações técnicas e transparentes sobre o mercado de genética bovina em Santa Catarina. “Esses dados são fundamentais para que os pecuaristas planejem melhor seus investimentos e fortaleçam a atividade”.
0 comentário
Queda da arroba na B3 é exagerada e preços no mercado físico apontam para outra realidade, afirma analista
Declaração de Informações Pecuárias no Tocantins é prorrogada e falta de vacina está entre os motivos
Boi barato só na Bolsa! Analista descarta queda intensa da arroba no mercado físico como aconteceu na B3
Boi/Cepea: Em abril, carcaça registra a maior média da série do Cepea
Movimento de queda da arroba deve seguir nos próximos meses, mas cenário para o segundo semestre é favorável para os preços
Pressão sobre arroba deve seguir pelos próximos 90 dias, mas segundo semestre tem fundamentos para um reversão consistente nos preços