Exportação de carne bovina in natura encerra em junho com 152,4 mil toneladas embarcadas

O volume total de carne bovina in natural exportada em junho foi 152,4 mil toneladas, com uma queda de aproximadamente 1,74% frente ao mês de maio que embarcou 155,1 mil toneladas. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (SECEX), a média diária ficou em 7,2 mil toneladas e teve um aumento de 20,47% se comparado com o ano anterior, que registrou uma média de 6,02 mil toneladas.
De acordo com o analista de mercado da Consultoria Agrifatto, Yago Travagini, as exportações no mês de junho veio em linha com as projeções inicias da consultoria. “Os chineses continuaram comprando no mês de junho relativamente bem devido aos problemas com a peste suína africana”, comenta.
Os preços médios ficaram próximos de US$ 4.298,90 mil por tonelada, na qual teve um aumento de 11,35% se comparado ao mesmo período do ano anterior que registrou um valor médio de US$ 3.860,80 mil por tonelada.
O valor negociado do produto para o produto foi US$ 655,475 milhões no mês de junho, tendo em vista que o valor comercializado foi no ano passado foi de US$ 442,1 milhões. A média diária ficou em US$ 31,213 milhões e registrou um avanço de 34,14%, frente ao observado do ano passado que negociou a US$ 23,269 milhões.
Apesar de não ter dados ainda, a estimativa para o próximo mês é que a média diária tenha um recuo devido às suspensões temporárias em quatro frigoríficos brasileiros pela a China. “A suspensão dos frigoríficos deve afetar as primeiras semanas de julho, mas que não deve comprometer além do que isso”, conclui.
0 comentário
Queda da arroba na B3 é exagerada e preços no mercado físico apontam para outra realidade, afirma analista
Declaração de Informações Pecuárias no Tocantins é prorrogada e falta de vacina está entre os motivos
Boi barato só na Bolsa! Analista descarta queda intensa da arroba no mercado físico como aconteceu na B3
Boi/Cepea: Em abril, carcaça registra a maior média da série do Cepea
Movimento de queda da arroba deve seguir nos próximos meses, mas cenário para o segundo semestre é favorável para os preços
Pressão sobre arroba deve seguir pelos próximos 90 dias, mas segundo semestre tem fundamentos para um reversão consistente nos preços