Algodão recua mais de 1% em NY e devolve parte dos ganhos recentes
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Os preços do algodão encerraram a sessão desta terça-feira (1º) em queda na Bolsa de Nova York, devolvendo parte dos ganhos registrados na sessão anterior e recuando das máximas recentes. O movimento ocorreu em meio à realização de lucros após a forte valorização acumulada em agosto.
O contrato dezembro/26 recuou 1,59 cent (-1,71%), encerrando o dia cotado a 91,55 cents/lb. O vencimento outubro/26 caiu 1,69 cent (-1,84%), fechando a 90,01 cents/lb. O março/27 perdeu 1,46 cent (-1,53%), para 93,68 cents/lb, enquanto o maio/27 registrou baixa de 1,33 cent (-1,38%), terminando a sessão a 94,92 cents/lb.
Apesar da queda desta terça, o contrato dezembro/26 segue próximo das máximas recentes. Na sessão anterior, o vencimento encerrou agosto a 93,14 cents/lb, acumulando valorização de 13,88% no mês.
Os dados semanais de progresso das culturas dos Estados Unidos mostraram que 89% do algodão dos Estados Unidos estava em fase de formação de cápsulas até domingo, com 29% da safra já apresentando cápsulas abertas.
A classificação das condições das lavouras foi de 39% em situação boa/excelente, um aumento de 2 pontos percentuais em relação à semana anterior. O índice Brugler500, porém, caiu mais 2 pontos, para 302, acompanhado por um aumento de 3 pontos percentuais nas classificações ruins/muito ruins.
No Texas, principal estado produtor de algodão dos EUA, a classificação também piorou, recuando mais 2 pontos, para 260.
O desempenho das lavouras norte-americanas segue entre os principais pontos de atenção do mercado, especialmente diante das condições mais adversas no Texas.
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