Algodão encerra semana com variações limitadas em NY; dezembro/26 sobe 0,33%
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Os preços do algodão encerraram a sessão desta sexta-feira (29) com variações limitadas e sem direção única na Bolsa de Nova York. Entre os contratos mais negociados, o dezembro/26 registrou leve alta e permaneceu próximo do patamar dos 80 cents/lbp, enquanto julho/26 e outubro/26 fecharam em baixa.
O contrato dezembro/26 avançou 0,06 cent (+0,08%), encerrando o dia cotado a 79,59 cents/lbp. O vencimento julho/26 caiu 0,62 cent (-0,81%), fechando a 76,15 cents/lbp. O outubro/26 recuou 0,10 cent (-0,13%), para 78,15 cents/lbp, enquanto o março/27 avançou 0,53 cent (+0,66%), terminando a sessão cotado a 80,72 cents/lbp.
Na comparação semanal, os contratos futuros do algodão registraram variações limitadas em relação ao fechamento da sexta anterior, com o dezembro/26 apresentando leve valorização no período. O contrato passou de 79,33 para 79,59 cents/lbp, acumulando ganho de 0,26 cent (+0,33%) na semana.
O julho/26 saiu de 77,42 para 76,15 cents/lbp, com recuo de 1,27 cent (-1,64%). O outubro/26 passou de 78,68 para 78,15 cents/lbp, registrando perda de 0,53 cent (-0,67%), enquanto o março/27 avançou de 80,19 para 80,72 cents/lbp, com alta de 0,53 cent (+0,66%).
Os dados de exportação dos Estados Unidos seguiram mostrando volumes consistentes. O relatório semanal de vendas para exportação do USDA, divulgado na quinta-feira (28), apontou comercialização de 153.622 barris de algodão da safra 2025/26 na semana encerrada em 21 de maio, o maior volume em quatro semanas. Também foram registradas vendas de 112.041 barris da nova safra, abaixo da semana anterior. Já os embarques totalizaram 317.706 barris, maior volume em três semanas.
No cenário macroeconômico, os preços do petróleo bruto recuaram nesta sexta-feira e atingiram o menor nível em cinco semanas, diante do otimismo em torno de um possível prolongamento do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã por 60 dias, o que pode favorecer a reabertura do Estreito de Ormuz.
Já o índice do dólar registrou alta após dados econômicos acima do esperado nos Estados Unidos. O PMI de Chicago de maio subiu para 62,7 pontos, acima da expectativa de 50,3 e no ritmo de expansão mais forte em 4,25 anos, dando suporte à moeda norte-americana.
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