Algodão fecha em forte alta nesta sexta-feira (20) e mantém mercado invertido
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Os contratos futuros do algodão encerraram a sessão desta sexta-feira (20) com valorização expressiva na Bolsa de Nova York, consolidando um dia de firme recuperação e mantendo a estrutura de mercado invertida.
O vencimento março fechou cotado a 63,03 centavos de dólar por libra-peso, com alta de 110 pontos. O contrato maio encerrou a 65,30 centavos por libra-peso, avanço de 149 pontos. Já o vencimento junho terminou o dia a 67,18 centavos por libra-peso, com ganho de 145 pontos.
O mercado permaneceu invertido, com os contratos mais próximos negociados abaixo dos vencimentos seguintes, sinalizando expectativa de maior firmeza nos preços no curto prazo.
No cenário externo, os mercados financeiros reagiram à decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que derrubou as tarifas globais impostas pelo presidente Donald Trump sob alegação de uso indevido de poderes emergenciais. A decisão trouxe forte repercussão no comércio internacional e gerou volatilidade nos mercados ao longo do dia.
Após o revés judicial, o presidente norte-americano anunciou a criação de uma nova tarifa global de 10%, utilizando outro dispositivo legal da legislação comercial americana. A medida deve ter caráter temporário, mas reacende incertezas sobre o fluxo global de comércio, especialmente para commodities agrícolas.
Esse ambiente de instabilidade comercial influenciou as bolsas e também o mercado de commodities, com operadores ajustando posições diante das possíveis mudanças nas relações comerciais internacionais.
O movimento de hoje no algodão refletiu tanto fatores técnicos quanto a reprecificação diante das novas incertezas tarifárias, encerrando a semana com viés positivo.
Se quiser, posso deixar o texto ainda mais analítico, trazendo também impacto para exportações brasileiras e cenário de demanda internacional.
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