Algodão: procura supera oferta, e indicador sobe 17% na parcial de outubro
Os valores do algodão em pluma estão subindo com força no Brasil. O impulso vem da maior demanda de indústrias e da retração de vendedores, que, atentos às valorizações internacionais, estão firmes nos preços pedidos. A liquidez está maior que há algumas semanas, mas, segundo colaboradores do Cepea, ainda é limitada pela diferença entre os preços pedidos e ofertados e pela menor qualidade de parte dos lotes. Produtores estão atentos ao beneficiamento, ao cumprimento de contratos a termo (especialmente para exportação) e aos novos fechamentos para entrega nos dois próximos anos. Assim, poucos lotes têm sido disponibilizados no spot nacional, mantendo a oferta abaixo da demanda no Brasil, mesmo com o avanço do beneficiamento. Nesse cenário, entre 13 e 20 de outubro, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu expressivos 12,2%, fechando em R$ 3,7901/lp nessa terça-feira, 20, o maior valor nominal desde 22 de junho de 2018 (quando esteve em R$ 3,7952/lp). No acumulado deste mês (de 30 de setembro e 20 de outubro), a alta é de significativos 17,4%. A média da parcial de outubro, de R$ 3,4294/lp, está 8,3% acima da de setembro/20.
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