Algodão: indicador retoma patamar nominal registrado antes da pandemia no BR
Os preços domésticos do algodão em pluma voltaram a fechar nos patamares nominais verificados em meados de março deste ano, quando a pandemia de coronavírus começou a ganhar força no Brasil e as cotações da pluma iniciaram movimento de queda. No geral, segundo colaboradores do Cepea, a sustentação vem da oferta abaixo da demanda. Apesar de a colheita brasileira da safra 2019/20 – que deve registrar produção recorde – seguir avançando, vendedores estão firmes nos valores pedidos nas negociações de novos lotes. Produtores estão atentos ao dólar e ao cumprimento de contratos a termo, principalmente para exportação, mantendo reduzida a disponibilidade da pluma no spot nacional, sobretudo de algodão de maior qualidade. Compradores, por sua vez, estão mais ativos no spot e, para adquirir pequenos novos volumes, precisam ser mais flexíveis nos valores pagos. Esse contexto tem elevado o ritmo de comercialização neste início de agosto, assim como os preços da pluma. Entre 4 e 11 de agosto, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu 3,1%, fechando em R$ 2,9625/lp nessa terça-feira, 11.
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