Tria, do Patria, entra no mercado global de trading de açúcar
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A Tria, empresa controlada pela gestora Patria Investimentos, anunciou nesta terça-feira sua entrada no mercado global de trading de açúcar.
O movimento "consolida" a expansão estratégica para além do setor de energia, "marcando a transição da Tria para uma plataforma integrada de commodities que conecta capital institucional à operação física de trading", disse a companhia.
A Tria havia anunciado em dezembro a compra da carteira de comercialização de energia da Raízen.
"Essa escolha do açúcar como a commodity a ser negociada está diretamente ligada à proximidade com o setor elétrico", disse Heloy Rudge, diretor de novos negócios e co-fundador da Tria, em nota.
"Ao passar a atender também o setor sucroenergético, no qual a produção de açúcar e a geração de energia a partir do bagaço da cana caminham juntas, nós buscamos nos posicionar como uma parceira estratégica para as usinas, sendo uma das poucas casas capazes de operar de forma cruzada com ambos os produtos", explicou ele.
A companhia afirmou que oferecerá ainda linhas de crédito estruturadas, com financiamento e operações pré-safra; programas de hedge e acesso direto a compradores internacionais em destinos como Américas, África e Oriente Médio.
O foco inicial da operação será o açúcar branco, com atuação complementar em açúcar bruto (VHP) de forma oportunística. A expectativa é que, no futuro, o produto passe a integrar de forma recorrente o portfólio da companhia.
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