Adapec alerta que o cultivo de sementes de capim sem procedência pode disseminar pragas e causar prejuízos fitossanitário
Com o período de chuvas intensificando no Tocantins, os produtores rurais iniciam o plantio de pastagens, porém, é fundamental ficarem atentos na hora de adquirirem sementes de capim. A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) alerta para a importância da aquisição de sementes com procedência legal e que estejam cadastradas no Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem).
O responsável técnico pelo Programa Estadual de Sementes e Mudas da Adapec, Luís Henrique Michelin, esclarece que sementes ilegais podem disseminar pragas nas lavouras, causar prejuízos econômicos e ao patrimônio fitossanitário do Tocantins. “Quando o produtor rural vai adquirir uma determinada espécie de sementes, ele deve observar a origem desse material, exigindo sempre a nota fiscal desse produto e o Termo de Conformidade, onde consta a origem, lote, validade, entre outras informações importantes”, explica Luís Henrique.
A Adapec é o órgão que tem a competência da defesa fitossanitária do Estado, colaborando para que os produtores rurais adquiram sementes e mudas, que possuem qualidade, viabilidade e pureza genética. Para tanto, mantém um programa exclusivo para fiscalizar o trânsito e o comércio destes produtos.
Em caso de dúvidas sobre como identificar sementes irregulares ou denúncia a respeito do comércio destes produtos sem procedência, a Agência dispõe do Disque Defesa pelo telefone 0800 063 11 22, onde as ligações poderão ser feitas de forma anônima de segunda-feira a sexta-feira no período das 8hs às 14hs.
0 comentário
3tentos inicia operação de etanol de milho no Vale do Araguaia após autorização da ANP
Dólar se reaproxima da estabilidade com guerra EUA-Irã e ata do Fed no foco
China reabilita três frigoríficos brasileiros exportadores de carne bovina, diz Abiec
Trump participará da cúpula do G7 na França, informa Axios
Trump diz que guerra com Irã terminará "muito rapidamente"
ONU reduz previsão de crescimento global para 2,5%, culpando crise no Oriente Médio