CNA debate política ambiental no Senado
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na sexta (1º), de debate sobre a política climática do governo, em audiência pública na Comissão de Meio Ambiente do Senado.
A discussão focou na prevenção e controle de desmatamentos e queimadas nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal.
O presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da CNA e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (Faea), Muni Lourenço, reforçou que a entidade é contrária ao desmatamento ilegal e afirmou que os produtores rurais brasileiros trabalham em consonância com a legislação e com as boas práticas agropecuárias para assegurar sanidade e qualidade aos produtos.
Ele explicou que o desenvolvimento da produção de alimentos no Brasil é caracterizado pela visão empreendedora do produtor aliada à ciência, tecnologia e assistência técnica e não ao desmatamento.
“O incremento de tecnologias proporcionou o crescimento verticalizado e sustentável da produção, com uma das legislações ambientais mais completas e rigorosas do mundo. Essa posição tornou o País um grande destaque na segurança alimentar mundial”.
Ele mostrou que, com a ampla adesão ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), os órgãos públicos terão ampla transparência e monitoramento sobre as áreas dos produtores rurais, trazendo segurança para todos que agem na legalidade e permitindo que os produtores possam produzir e comercializar sua produção sem pressões.
Muni Lourenço também reforçou a necessidade de acelerar a aprovação da regularização fundiária no Congresso Nacional, além de criar políticas de manejo do fogo e implementar o pagamento por serviços ambientais para que os produtores que conservam dentro da sua propriedade possam ser recompensados por isso.
Ele colocou a CNA à disposição e disse que a confederação reitera o compromisso com a legislação, o uso racional dos recursos naturais e o desenvolvimento sustentável do País para garantir qualidade de vida, desenvolvimento econômico e social da população às futuras gerações.
A audiência pública recebeu representantes da Embrapa Pecuária Sudeste, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo e do Centro de Sensoriamento Remoto da Universidade Federal de Minas Gerais.
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