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Veja aonde chega o poder da narrativa.
Esse caso do pai do presidente da OAB é "sui generis".
A fonte é O Globo: "Em setembro de 2014, em ofício encaminhado à CNV, as Forças Armadas reconheceram pela primeira vez a ocorrência de desaparecimentos e mortes durante a ditadura militar . O ministro da Defesa, Celso Amorim, no documento, afirma que o ordenamento jurídico reconheceu a responsabilidade do Estado 'pela morte e desaparecimento de pessoas durante o regime militar, bem como pelos atos de exceção praticados no período de 18 de setembro de 1946 a 05 de outubro de 1988".
Veja que o ministro da defesa na época, Celso Amorim, é um atual defensor do "LULA LIVRE". Ou seja, quando no governo, usando das prerrogativas que o cargo lhe autorizava, responsabilizou o Estado brasileiro por crimes narrados historicamente por pessoas de mesma ideologia.
Essa Comissão Nacional da Verdade (CNV) é mais uma "jabuticaba petista"!