RECEBA O NOSSO BOLETIM EM SEU E-MAIL!
Digite seu e-mail no campo ao lado e receba novidades do Notícias Agrícolas diretamente em seu e-mail.
Ao continuar com o cadastro, você concorda com nosso Termo de Privacidade e Consentimento e a Política de Privacidade.
Sei que sou um grão de areia no oceano, ou melhor, um neutrino no Universo. Mas gostaria de deixar aqui um assunto para reflexão.
Há décadas a Agronomia era a profissão do futuro.
Meus pés vermelhos, resultado do constante contato com as terras estruturadas do norte paranaense e, todo meu corpo me levaram, com meus ideais, ser um proto-bicho, após o vestibular fui elevado à categoria de bicho e, após um ano de estudo, tornei-me um veterano Esalqueano na escola de Agronomia. Em 1974 recebi o canudo.
Recentemente o patrono da minha turma de formandos foi entrevistado pelo Notícias Agrícolas. O ex-ministro da Agricultura do governo Ernesto Geisel, Dr. Alysson Paulinelli. Foi através de seu sonho que a famosa EMBRAPA foi criada e, o resultado está aí para todos verem. Enfim, sou um mero personagem da história e, um escrevinhador sofrível.
Todos sabem que as operações e o crescimento das plantas ocorrem com incidência da luz solar, mas pelo pouco que sei, vejo uma proliferação de cursos de Agronomia Noturnos. Os alunos têm aulas durante a noite. Não consigo entender, como são as aulas práticas.
Lembro-me de uma brincadeira que a gente fazia com os médicos, dizendo que: "O erro do médico a terra encobre e, o erro do Agrônomo a terra mostra".
Será que vamos sobrecarregar a terra em mostrar erros?
Será que daqui alguns anos, os recém-formados em Agronomia, também, vão ser obrigados a fazer um "exame da ordem", como os bacharéis em Direito?