Saúde virou sinônimo de agronegócio, por José Luiz Tejon Megido
A sociedade vai exigir confiança total nos alimentos. A originação passará a ter gigantesca importância no processo decisório dos consumidores finais e das redes supermercadistas. Dessa forma, a confiança de origem é item sagrado, no pós-Covid-19, mais do que já vinha sendo anteriormente.
O cooperativismo irá se expandir, tanto numa intercooperação nacional e internacional das cooperativas, quanto na busca pelo seu modelo em países emergentes. Dentro do Brasil iremos ver o desenvolvimento do cooperativismo também em áreas onde a pobreza precisa ser enfrentada, e em uma convocação imensa para o cooperativismo de crédito em todo o Norte e Nordeste.
A reinicialização econômica e a intensidade da luta antidesigualdade irá obrigar o capital mundial a investir no desenvolvimento internacional. O empreendedorismo significará o caminho obrigatório das sociedades humanas. Contudo, o empreendedorismo sem o cooperativismo fica um funil de boca larga, porém com boca estreitíssima de saída. Somente com o cooperativismo podemos alargar o sucesso para a grande maioria dos empreendedores.
Nunca tantos deveram tanto a tão poucos - seus fundadores. Nesta crise, novamente, do bom cooperativismo sairão as rotas da vitória sobre a Covid-19 e o novo planeta Terra.
0 comentário
O "efeito funil" na safra 2026/27: por que adiar a compra de fertilizantes ameaça a janela do milho e da soja
Tarifaço, etanol e a urgência de uma política energética coerente, por Maurilio Biagi Filho
El Niño 2026: entenda como o fenômeno pode impactar a produção agrícola e os preços dos alimentos
Mais eficiência, menos desperdício: por que os bioestimulantes estão ganhando espaço no campo?
Renegociação das dívidas pode destravar o crédito e impulsionar a próxima safra, por Marcelo Prado
Exportar mais exige estratégia, diversificação e visão de longo prazo, por Marcelo Prado